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ORIENTAÇÃO FAMILIAR                                                             

Neste espaço, você encontrará artigos interessantes e relevantes ao aprendizado dos alunos. 

Além disso, com o objetivo de facilitar e orientar pais e alunos sobre a rotina escolar, o Colégio Prígule disponibiliza materiais sobre diversos temas como, por exemplo: os principais medos e dificuldades enfrentados pelas famílias ao ingressar numa nova escola; a adaptação do novo aluno; a importância da alimentação balanceada; dicas sobre finanças domésticas; entre outros. Confira! O objetivo é sempre um só: oferecer a você e à sua família as informações mais úteis, atualizadas e confiáveis.

EDUCAÇÃO INFANTIL                                                                           

Chupar o dedo não é nada bom (junho/2008)

A imagem de um bebezinho chupando o dedo é até angelical. Alguns bebês já estão com o dedo na boca dentro da barriga da mamãe. "Olha que bonitinho, com o dedinho na boca!", costuma dizem muitas pessoas "desavisadas".

O problema maior é que grande parte das pessoas que acha esse ato "meigo" desconhece o quanto um dedo na boca pode ser prejudicial à vida da criança.

A sucção é muito importante para as crianças até dois anos de idade e em algumas delas a necessidade de sucção é maior. O bebê suga não apenas para matar a fome, mas também para saciar sua vontade de sugar.

Por esse motivo as mamães não devem se preocupar quando os bebês levam a mão toda à boca. Eles começam a conhecer o mundo pela boca. Além da mão, tudo o que pegarem levarão à boca. As mamães devem ficar atentas se o que for à boca seja somente o dedo e o bebê sugue efetivamente.

O bebê amamentado exclusivamente até os seis meses de vida normalmente tem sua necessidade de sugar saciada e dificilmente vai aceitar uma chupeta ou sugar o dedo. Se a mamãe apresentar grande oferta de leite, estiver sempre com as mamas cheias, o bebê não fará muito esforço para sugar, matando sua fome rapidamente, mas não sua vontade de sugar.

Nesse caso, há grandes possibilidades de o bebê encontrar o dedo, já que a necessidade de sucção não foi saciada. A mamãe que tem muito leite deve antes das mamadas ordenhar (retirar) o leite até que as mamas fiquem mais vazias e o bebê tenha que se esforçar para mamar e então matar a fome e a vontade de sugar.

Para crianças que não amamentam ou que já introduziram outros alimentos, o leite, a água ou o suco pode ser oferecido em copos de bico com válvulas que necessitam do esforço do bebê para a retirada do líquido.

A fonoaudióloga Jamile Elias alerta para o abuso de dedo na boca. "Os prejuízos causados pela sucção do dedo prolongada são normalmente maiores do que os causados pela sucção da chupeta. A chupeta pode ser jogada fora, esquecida em casa em algum passeio ou mesmo ser retirada pelos pais enquanto a criança dorme ou brinca", informa.

"Já o dedo está sempre disponível, não tem jeito de ser retirado e por isso é mais fácil de se tornar um vício e mais difícil de ser retirado", concluiu Jamile Elias.Alterações na arcada - A sucção do dedo leva a alterações da arcada dentária como mordida aberta, cruzada ou profunda, dependendo da posição em que o dedo é levado à boca, da força durante a sucção, ou da posição da mandíbula durante a sucção.

Essas alterações levam a criança a respirar pela boca, pois deixam a musculatura oral flácida. Crianças com respiração oral podem apresentar roncos ou baba enquanto dormem, irritabilidade, cansaço fácil em atividades físicas, bruxismo, alterações da postura, apetite diminuído, respiração e mastigação ruidosas, hiperatividade ou sonolência e dificuldade de aprendizagem.

"Alterações na arcada dentária e a respiração oral também podem afetar a fala da criança, que trocará os sons na hora de falar e, se não corrigido antes da criança entrar na escola, pode criar problemas na alfabetização", esclareceu Jamile Elias.Evitando o dedo na boca - Para evitar a sucção do dedo, além do aleitamento materno, a mamãe precisará de muita paciência. Para tentar tirar o dedo do caminho à boca, ofereça mordedores, preferencialmente gelados (coloque-os na geladeira antes de oferecer à criança). Assim a criança se entreterá com o mordedor e esquecerá o dedo.

Sempre que a criança estiver com o dedo na boca, não recrimine, apenas tente distraí-la para outra atividade que tenha que fazer uso das mãos. Se o hábito já for vicioso, consulte um profissional como fonoaudiólogo, dentista ou psicólogo para ajudar nesse hábito tão prejudicial.

Fonte: Site Guia do Bebê

Rubéola: proteja-se (agosto/2008)

Febre, dor de cabeça, manchas pelo corpo e gânglios no pescoço. Apesar de muitas vezes não aparecerem, esses são os sintomas mais comuns da rubéola, doença infecto-contagiosa causada por vírus.

Segundo dados do Ministério da Saúde foram registrados, de janeiro a maio de 2008, 329 casos da doença no Estado de São Paulo. A disseminação é maior quando ocorre aglomeração de pessoas em locais fechados, o que normalmente acontece no inverno.

Para prevenir que a doença se espalhe pelo país, o Ministério da Saúde realiza campanha de vacinação contra a rubéola de 6 de agosto a 12 de setembro de 2008 em todo o Brasil. Só no Estado de São Paulo, são 7 mil postos fixos e volantes. A meta é vacinar 61,8 milhões de pessoas, entre crianças que ainda não tomaram a dose da vacina, homens e mulheres de 20 a 39 anos.

Mulheres grávidas podem tomar a vacina, desde que orientadas por seu médico. O principal motivo da campanha é o compromisso do Brasil com a erradicação da rubéola até 2010. Em 2007, foram registrados 8.672 casos da doença e São Paulo está entre os 20 estados em que houve surto de rubéola naquele ano.Atinge todas as idades

O primeiro registro da doença foi feito pelo alemão Friedrich Hoffmann, em 1740. A rubéola é da família do vírus Togaviridae, que age no organismo 10 dias antes dos sintomas aparecerem e até 15 dias depois da infecção. Mais comum em crianças, a doença pode atingir adultos, sendo perigosa em mulheres grávidas. "Nesse caso, pode haver malformação do feto e o desenvolvimento de uma doença séria: a rubéola congênita", diz dr. Jacyr Pasternak, presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). A doença nos fetos pode causar surdez, catarata, problemas cardíacos congênitos, retardamento mental, microcefalia, sangramento e glaucoma.

O risco de a criança ter a rubéola congênita depende do período da gravidez no qual a mãe foi contaminada

"O risco de a criança ter a rubéola congênita depende do período da gravidez no qual a mãe foi contaminada. Durante os dois primeiros meses de gestação, as chances são de 40 a 60% de o feto adquirir rubéola; durante o terceiro mês cai para 35% a 40% e a partir do quarto mês permanece em 10%. Mas a surdez da criança pode ocorrer quando a mãe é contaminada pela rubéola até a 20º semana de gestação", alerta dr. Jacyr.

A transmissão do vírus da rubéola é feita por contato direto com a pessoa infectada, por meio de gotículas de secreção respiratória (do nariz e da boca). Como o vírus pode ser encontrado na garganta antes de aparecer os primeiros sintomas, é mais difícil saber quem está infectado. Não existe tratamento medicamentoso para a rubéola: controlam-se apenas os sintomas, como a febre, com banhos mornos e anti-térmicos.

Fonte: Portal do Hospital Albert Einstein

Alimentação inadequada pode prejudicar desenvolvimento das crianças na escola e em atividades do dia-a-dia (outubro/2008)

Nutrólogo do Hospital do Coração defende que é importante iniciar a formação de hábitos alimentares assim que as crianças são apresentadas aos alimentos, ou seja, quando abandonam o leite maternoQuando o assunto é alimentação a preocupação dos pais é constante. Saber se os filhos consomem todos os nutrientes, proteínas, vitaminas de forma adequada e equilibrada é fundamental, independente da idade da criança. De acordo com dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a desnutrição infantil no país diminuiu nos últimos 30 anos, porém, o número ainda é alarmante. Cerca de 1,89 milhão de crianças menores de 10 anos sofrem com a desnutrição.

O fato das crianças ficarem muito tempo na escola, ou fora dela, pode desencadear uma série de inquietações por parte dos pais. Nesse período é fundamental atentar-se para a alimentação adequada, pois a carência nutricional nessa fase pode prejudicar o bom andamento dos pequenos na escola e nas atividades normais do dia-a-dia, causando desânimo e demais doenças como obesidade e anemia.

"Desnutrição e obesidade podem parecer que estão em sentido oposto, no entanto, obesidade é um tipo de desnutrição. As pessoas confundem obesidade com saúde, quando, na verdade o obeso pode estar muito mais doente que o desnutrido. Obesidade causa doença cardiovascular, diabetes, problemas de coluna e muitas outras doenças graves", explica o Dr. Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do HCor.

Cabe aos pais elaborar um cardápio rico em nutrientes com alimentos saudáveis e refeições em horas certas e sem exageros. É importante iniciar a formação de hábitos alimentares assim que as crianças são apresentadas aos alimentos, ou seja, assim que abandona o leite materno.

"Altere o cardápio a cada refeição, mas não apresente todas as novidades de alimentos de uma só vez. Varie a seleção de carboidratos, que dá a energia para as crianças nas atividades diárias, as proteínas, que são essenciais para o crescimento e desenvolvimento dos pequenos e os alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, responsáveis pela manutenção e o bom funcionamento do corpo", alerta Magnoni.

Todos os alimentos têm igual peso, ou seja, não há alimento mais importante que o outro nessa fase. O ideal é montar uma pirâmide de alimentos e abrir algumas exceções ao longo da semana. "Escolha um dia da semana para a criança se divertir nas guloseimas, mas sem exagero, pois com o excesso de doces e frituras com o tempo ela pode apresentar doenças como obesidade", salienta o nutrólogo.

Sempre que possível introduza o azeite na alimentação das crianças, pois é um alimento funcional natural, com alto teor de gordura monoinsaturada o que aumenta o colesterol bom (HDL).

"Ao consumir o azeite extra virgem, estamos ingerindo 77% de gordura monoinsaturada, 14% de saturadas e 9% de polinsaturadas, o que torna o óleo mais saudável em relação aos outros. De forma semelhante reduza ao máximo o consumo de açúcar, pães e doces, causadores de obesidade. Aumente bastante a carga de atividade física, seja esporte, ginástica ou outras atividades recreativas, finaliza o Dr. Daniel Magnoni.

  Dicas

A dica do nutrológo é que os pais abusem da criatividade e introduza aos pratos infantis alimentos coloridos para chamar a atenção das crianças. Uma sugestão é decorar as refeições, para atraí-las. Abaixo algumas propostas que podem seduzir os olhos e fazer muito bem ao corpo na fase do desenvolvimento.

- Preferir carnes magras à vermelhas;

- Insira ao café da manhã iogurte, fibras - para auxiliar na digestão, e frutas;

- Substitua sobremesas calóricas e com muito açúcar, por frutas decoradas, ou gelatinas;

- Evite os refrigerantes, prefira os sucos naturais;

- Escolha um dia da semana para liberar as guloseimas;

- Não insista para que a criança coma, ela procurará o alimento oferecido quando sentir fome;

- Varie o cardápio, mas administre bem as novidades;

- Seguir uma ordem de horário para as refeições e os lanches intermediários;

- Usar a criatividade ao preparar os pratos, abuse dos legumes, para ter um prato colorido e das formas dos lanches para atrair a atenção.

Fonte: Portal Guia do bebê

ENSINO FUNDAMENTAL I E II                                                                

Ano escolar na reta final (outubro/2008)

Fim do ano se aproxima e junto com ele o ano letivo está quase na reta final. Será que há tempo para resgatar as notas? Sair-se bem nas últimas provas? Diversas famílias se deparam com essas questões!

Como sempre sugerimos, é importante dar uma atenção especial às dificuldades escolares das crianças desde o início. Porém, se esse controle lhe fugiu às rédeas, não se desespere. Ainda há tempo para reverter este quadro.

Primeira providência:
-Faça um levantamento das matérias em que seu filho(a) mais apresentou dificuldades no decorrer do ano;
-Verifique junto à coordenação ou professora, quais são suas verdadeiras chances de recuperação;
-Planeje com ele uma estratégia de estudo (combinando local e horário para cada matéria);
- Não deixe que ruídos, sons externos, atrapalhem o momento de estudo, faça todo um ritual;
- Trabalhe por eliminação: verifique quais as primeiras provas e quais as notas que precisam ser atingidas;

Mas se isso de nada adiantar, tome como regra todo este procedimento para o novo ano letivo. Há casos em que o aluno não tem culpa de suas dificuldades. Não é apenas uma falta de interesse, mas sim, dificuldades específicas, que apenas profissionais qualificados podem diagnosticar. Nestes casos, o interessante seria uma avaliação multidisciplinar, para avaliar este aluno.

Após a avaliação, mesmo que a criança não consiga recuperar suas notas nesta reta final, seus responsáveis serão orientados para que no próximo ano tudo seja diferente. Sabemos que a criança que sempre possui dificuldades escolares, precisa de acompanhamento profissional e, muitas vezes, por mais que estudem, não conseguem atingir o "boletim tão sonhado dos pais."

Quando a criança não se sair bem na recuperação e realmente precisar refazer o ano, é de suma importância a compreensão dos pais e a detecção do motivo que está gerando tais dificuldades:
-Falta de empenho no estudo?
-Está ocorrendo algo físico ou emocional com a criança, ou na família, ou na escola?
-Possui alguma dificuldade real diagnosticada ou ainda não?
-Como está sua agenda: superlotada?
- E a escola, é a mais adequada para a criança?
-Qual é a rotina da criança?

Após a detecção dos motivos pelos quais a criança não conseguiu atingir a média para aprovação, converse com a criança e explique quais serão as mudanças para o próximo ano. Encoraje-a a começar o novo ano com muito mais determinação.

Muitos alunos se sentem mal, por seus amigos mudarem de série e ele ter que refazer a mesma. Mais uma vez, os pais ou responsáveis precisam estar presentes neste momento e explicar que refazer novamente a série não significa perder os amigos, mas sim, conhecer novos amigos e poder apresentar uns aos outros.

Lembre-se: nada de castigo!

Ajude seu filho desde o primeiro dia de aula. Sabemos que, nos dias de hoje, os pais saem para trabalhar desde cedo, complicando esta ajuda, mas nos finais de semana, tire um momento para ver os cadernos, as matérias, converse com seu filho não só sobre suas dificuldades, mas sobre seu conhecimento e potencialidade. Mostre para ele o quanto é importante e prazeroso o conhecimento adquirido na escola. Os pais podem fazer correlações sobre o que a criança aprende na escola com o dia-a-dia.

Pai e mãe também são responsáveis pelo bom andamento da criança na escola. Durante o dia, ligue para seus filhos e, mesmo de longe, o acompanhe no seu cotidiano.

Com segurança a criança irá conseguir transpor barreiras, para recuperar ou mesmo recomeçar um novo ano letivo.

Fonte: Portal Guia de Semana

ENSINO MÉDIO                                                                                     

Aprendendo melhor (outubro/2008) 

Chave do sucesso no vestibular pode ser dormir direito e comer bem. Balada, no entanto, não ajuda em nada quem quer passar no exame.

A maratona dos vestibulares está para começar e se você está entre aqueles que pretendem passar cada minuto do dia com a cara enfiada nos livros, pare, respire e leia os conselhos de um especialista em cérebro humano. O neurocientista Wilkie Wilson afirma: o descanso é fundamental. Ele dá dicas para você tirar o melhor proveito do seu estudo. Não é estudar mais, é aprender melhor.

Wilson explica que embora os cientistas não saibam explicar totalmente por que os jovens aprendem com mais facilidade que os adultos, ele acredita que tenha algo a ver com a novidade de todas as experiências. "O cérebro ama coisas novas", afirmou ele. Além disso, adolescentes são mais emocionais e a emoção "ajuda a guardar memórias". "A química cerebral deles também pode ser um pouco diferente, de uma maneira que promova o aprendizado", diz o pesquisador.

O cientista trabalha na Universidade Duke, onde lidera um projeto que visa ensinar os jovens a "regular" adequadamente a mais importante máquina que está a sua disposição: o cérebro. "Queremos mudar a cultura do nosso país, e talvez do seu também, para que as pessoas comecem a respeitar e cuidar do cérebro, principalmente o de nossas crianças", afirmou ele.

Para o especialista, a chave de um cérebro afiado é o respeito aos seus limites e a saúde. O jovem tem que saber a hora de descansar e de relaxar. Isso não quer dizer, no entanto, que a balada está liberada. Descansar significa dormir e dormir bem. E "manter a saúde" passa essencialmente por deixar o álcool de lado e fazer exercícios físicos.

"O cérebro humano não está totalmente formado até os 20 e poucos anos e as partes que estão sendo acionadas nos adolescentes são críticas", diz o cientista. "Então, quando os jovens cuidam de seus cérebros, eles os estão ajudando a serem melhores para toda a vida."

Coisas comprovadas pela ciência que os professores já estimulam na prática. "Você tem que ter cuidado com a saúde física", aconselha o orientador pedagógico João Luis Muzinatti, do Colégio Pio XII, em São Paulo. "Se você está com um projeto de fazer um grande vestibular, tem que ter horário de descanso, não pode extrapolar. Se não você quebra antes da hora", afirma.

O jovem Júlio César Costa Pessoa, de 16 anos, está se preparando para o vestibular de engenharia e estudando muito no cursinho. Mas já entendeu que precisa separar um momento de lazer. "É preciso descansar também, para você conseguir ter atenção depois", diz ele.

A colega Mariana Garib Jankauskas, de 17, que quer fazer jornalismo, descobriu, por conta própria, os benefícios de uma das principais recomendações do cientista americano: o exercício físico. "Eu chego do cursinho e vou fazer exercício. Fico mais alerta, dá mais ânimo e relaxa um pouco", conta a estudante.

Wilkie Wilson oferece sete dicas para os jovens terem um cérebro mais produtivo. Confira a lista e os comentários dele abaixo:

1) Durma bem
"O sono é essencial para gravar aquilo que aprendemos, é importante para a liberação de hormônios de crescimento no nosso organismo e para nos ajudar a manter o funcionamento físico e mental máximo."

2) Coma alimentos saudáveis, especialmente no café da manhã
"Se você comer alimentos ricos em açúcar e farinha, o corpo responde com um aumento da taxa glicêmica e depois com uma queda rápida. Como o cérebro precisa de níveis adequados de açúcar, não faz bem essa taxa cair."

3) Faça exercícios
"Exercícios não apenas nos deixam bonitos, eles ajudam a formar novos neurônios."

4) Evite o estresse
"O estresse danifica os neurônios e atrapalha a capacidade de aprendizado."

5) Evite álcool e drogas
O cérebro adolescente é extremamente vulnerável ao vício (muito mais que o dos adultos), e o uso dessas drogas coloca os jovens em risco. Uma vez que uma pessoa se vicia, ela deve lidar com isso pelo resto da vida. Eu sempre digo que as pessoas viciadas lembram da droga tão bem quanto lembram de suas mães, mesmo que não estejam usando."

6) Evite bater a cabeça
"O cérebro é muito sensível ao choque de uma batida. Quedas repetidas podem gerar danos permanentes. Usem seus capacetes."

7) Siga suas paixões
"Quando você faz aquilo que ama, seu cérebro fornece as ferramentas para que você preste atenção, lembre o que está fazendo e tenha muita energia".

Fonte: Portal Eskola.com

ENSINO SUPERIOR                                                                                

 

DIVERSOS                                                                                          

SEGURANÇA (março/2008)

Queimaduras nas crianças: descuido dos pais?

O Brasil segue registrando um número elevado de crianças que sofrem queimaduras. O pior é que esse problema "mora" dentro de casa: 45% dos casos acontecem dentro do próprio lar, sendo que a grande maioria poderia ter sido evitada caso houvesse adoção de métodos simples de segurança.

As queimaduras são freqüentes em crianças devido à exploração do ambiente e agitação, próprio da idade e coordenação motora que não está totalmente desenvolvida. Costumam ser mais extensas e superficiais, mas como a pele da criança é mais fina, todo cuidado é pouco.

O maior vilão são os líquidos quentes. Não tem jeito, toda criança é curiosa, e a cozinha é o lugar onde os acidentes com queimaduras acontecem com mais facilidade.

Os pequenos que começam a engatinhar, andar ou mesmo aqueles que só ficam em pé segurando pelas paredes e móveis são "presas" fáceis das queimaduras. Panelas que as mamães deixam no fogo são puxadas pela criança e todo seu conteúdo cai em cima do corpo da criança podendo acarretar em sérias queimadu ras.

Outro acidente acontece quando a criança puxa a toalha da mesa e se lá estiver algo quente numa panela, travessa ou prato, a queimadura pode acontecer. Para evitar esses acidentes bobos, deixe sempre as panelas nas bocas do fundo do fogão e com os cabo virados para dentro. Cuidado com as toalhas compridas.

Tevez foi vítima - Outros cuidados para se evitar queimaduras é colocar plugs em tomadas, deixar álcool, isqueiro ou fósforo longe do alcance das crianças, passe roupas longe das crianças e não deixe que as crianças manipulem fogos de artifício.

Se a queimadura acontecer, retire a fonte de calor e deixe a área queimada debaixo da água corrente. Se o fogo estiver na roupa, peça para a criança rolar no chão. Nunca colocar cobertores em cima.

Ex-jogador do Corinthians, o atacante argentino Carlitos Tevez possui uma horrorosa marca no pescoço devido ao descuido da mãe. Quando era criança, Tevez havia se queimado com água quente, cuja lesão se agravou quando a mãe colocou pano no pescoço dele na tentativa de abafar. Ele ficou com a marca para o resto da vida.

Tire as roupas que estiver sobre o local da queimadura e se estiver grudado, leve a criança para um pronto-socorro. Procure atendimento médico sempre. Pomadas, creme dental e outras crenças populares só atrapalham no tratamento das queimaduras e podem ocasionar ou piorar as infecções.

Pais desavisados - Quer descuido maior do que o pai que derruba algo quente com o filho no colo? Portanto, nada de segurar criança no colo quando estiver com algo quente na mão.

Os pais devem ter cuidado na hora de alimentar seus filhos. A comida pode estar muito quente e queimar a boca dos pequenos. Coloque sobre o dorso da mão e verifique se está numa temperatura adequada.

Lembre-se: nunca assopre os alimentos antes de levar à boca da criança. Esse gesto pode parecer bonitinho, mas não é. Na boca de um adulto costumam "residir" milhares de bactérias, muitas delas podendo "pular" para o alimento após o assopro.

Dicas

  • Nunca deixe seu filho sozinho, principalmente quando está cozinhando ou passando roupas.
  • Prefira lanternas em vez de velas no caso de falta de energia. A prevenção das queimaduras é fácil e o melhor tratamento.
  • Água quente queima o bebê. O dorso da mão ou o antebraço dos pais devem ser mergulhados na banheira para verificar se a água não está muito quente para que seu filho tome banho sem ficar queimado

Fonte : Portal Guia do Bebê 

SAÚDE (DEZEMBRO/2007)

Verminoses em crianças

Os parasitas, ou vermes, como são popularmente conhecidos, são organismos que vivem principalmente nos intestinos de crianças e adultos e só sobrevivem às custas do que nosso corpo pode oferecer a eles, ocasionando prejuízo na saúde das crianças.

Crianças de até seis meses de idade são menos susceptíveis de adquirir uma parasitose, já que dificilmente vão ao chão. Mais difícil ainda de pegar algum parasita são as crianças que estão em aleitamento materno exclusivo, pois não vão ingerir alimentos que estejam contaminados por larvas e ovos de vermes.

Como todos sabem, crianças adoram botar tudo que vêem pela frente na boca, daí tornam-se mais propensas a adquirir verminoses, pois se sujam em parquinhos, em tanques de areia, ficam mais à mostra para levarem picadas de mosquito e podem ingerir alimentos contaminados. Todas essas atividades facilitam a aquisição de algum parasita.

A lombriga é o parasita mais comum nas crianças e chega a medir 40cm de comprimento, alojando-se no intestino. Alimenta-se de nutrientes que rouba da criança podendo provocar retardo no crescimento da criança, alterações de comportamento, obstrução intestinal, deixando a barriga da criança inchada. A contaminação se dá pela ingestão dos ovos.

Mas que mal traz esses bichinhos indesejáveis?

A criança pode ter cólicas, náuseas, diarréia ou prisão de ventre, alterações no apetite, fraqueza, perda de peso e falta de disposição. A lombriga entra no organismo da criança pela ingestão de alimentos contaminados ou a colocação na boca das mãos sujas e contaminadas pelos ovos da lombriga.

Outra doença conhecida como amarelão também é causado por um parasita. O verme suga o sangue do intestino da criança causando perda de ferro, vitaminas e proteínas, deixando a criança anêmica. Podem ocorrer complicações cardíacas, pulmonares e comprometer o desenvolvimento da criança. As larvas desse verme entram em contato com a criança pela pele, principalmente pelos pés descalços. Pele amarelada, cansaço e fraqueza são alguns sintomas que aparecem em crianças com amarelão.

Outro tipo comum de parasita é o oxiurus, que mede apenas 1cm e se aloja nos intestinos, alimentando-se dos nutrientes que a criança ingere. É visível a olho nu nas fezes das crianças. Os sintomas que aparecem são coceira na região anal já que a fêmea coloca os ovos nessa região, na vagina, corrimento, enjôos, tonturas, vômitos, cólicas e sono agitado.

Existem outras parasitoses ou parasitas como a solitária, tricuríase, giárdia, amebíase e esquistossomose. A maioria se aloja no intestino causando perda de nutrientes e, conseqüentemente, prejuízo no crescimento da criança.

Medicamentos e prevenções

Para saber qual tipo de verme está alojado no intestino e estão prejudicando a criança, o pediatra deve pedir um exame de fezes para poder medicar adequadamente.

Nem sempre esse exame é pedido, já que o exame pode dar negativo para vermes se houver somente parasitas machos ou a amostra recolhida não tiver ovos e em alguns casos o médico, pelos sintomas, já sabe o tipo de verme. Para o tratamento, o médico receitará um medicamento antiparasitário provavelmente para toda a família.

A prevenção é fácil. Lavar sempre as mãos das crianças, seus brinquedos ou qualquer outro objeto que a criança leve à boca, cortar as unhas dos pequenos sempre, lavar bem frutas e legumes, cozinhar bem os alimentos, evitar deixar as crianças andarem descalças, não beber água de lugares de origem duvidosa e cuidar bem da higiene dos animais domésticos que podem ser transmissores de parasitas.

São ações fáceis de se realizar que pode prevenir seu filho dos vermes.

Dicas

  • Ao fazer papinha para seu filho, lave bem as mãos antes de começar e lave muito bem as frutas e legumes que irá usar. As mãos e alimentos podem estar contaminados com larvas ou ovos de parasitas.
  • Se sua criança estiver em constante desânimo, sem vontade de brincar, desconfie de algum parasita. Observe suas fezes e leve-a para o médico.
  • Não deixe a criança beber água de recipientes ou lugares de procedência desconhecida. Essa água ou recipiente podem estar contaminados.

Fonte: Portal Guia do Bebê

Tuberculose: um problema mundial (NOVEMBRO/2007)

Encontrada em múmias do antigo Egito, a tuberculose há milênios assola o mundo. A doença que acometia artistas, escritores, poetas e boêmios no século passado, atualmente revela dados preocupantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2 bilhões de pessoas estão infectadas com a bactéria da tuberculose – nem todos desenvolvem a doença. E mais: a OMS alerta que se não houver esforços para controlar a epidemia, estima-se que em 2.020 o problema acometa mais 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo.

Segundo o dr. Davi Salomão Lewi, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), a retomada da incidência de tuberculose no mundo tem como fator principal a aids. E embora a doença possa se localizar em várias partes do corpo como olhos, rins e ossos, apenas quando afeta o pulmão é contagiosa.

"Antes da década de 80, foram desenvolvidos tratamentos e até vacina. Com isso, houve um controle maior da tuberculose. Mas nesse período surgiu a aids, que deixa as pessoas mais suscetíveis à doença e agravou sua incidência, que passou de pessoa para pessoa, de país para país", analisa.

Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch, a tuberculose é transmitida pelo ar. A contaminação é feita quando o paciente tosse, fala ou espirra. Os principais sintomas são: tosse com catarro, febre persistente principalmente no período da tarde e da noite, suor noturno e emagrecimento. Caso esses sinais persistam por cerca de três semanas, é aconselhável procurar o médico.

Para diagnosticar a doença, é realizada a radiografia para detectar indícios como as lesões em forma de cavidade – chamadas cavernas – formadas no pulmão, além do exame para verificar o catarro expelido. Com o tratamento levado a sério, os dias de mal-estar estão contados.

Combate à bactéria

No início do século passado, não se sabia ao certo como tratar o problema. Crenças como respirar o ar puro e viver no clima serrano, como o de Campos do Jordão, no interior paulista, eram levadas a sério. Na década de 40, aparecia o primeiro tratamento à base de antibióticos: a estreptomicina, que mostrou-se como grande avanço, mas nem todos respondiam positivamente ao seu uso.

Entre 1950 e 1960, foi criado o esquema tríplice quimioterápico. Essa inovação da época é utilizada até hoje no combate à doença. O tratamento tem duração de seis meses. Nos dois primeiros, são tomados três remédios. E nos meses seguintes, dois quimioterápicos associados de manhã em jejum. O importante é respeitar os horários, freqüência e período estipulados pelo médico para usar os medicamentos. De acordo com o dr. Lewi, dessa forma, a bateria de medicamentos não permite a resistência da bactéria. "O coquetel é mais fácil de ser ingerido e o tratamento, se comparado ao de outras doenças, é de curta duração", explica. Boa alimentação também é essencial para auxiliar na recuperação, pois diminui o risco de adoecer e aumenta a possibilidade de cura.

Os mais propensos a ter a doença são os idosos, crianças, diabéticos, usuários de drogas ilícitas e álcool, pacientes com aids e desnutridos. A adesão ao tratamento é baixa, principalmente nos dois últimos grupos citados anteriormente. Sendo assim, a bactéria fica multirresistente, mais difícil de ser tratada e a pessoa continua transmitindo a doença. Nesses casos, é necessário acompanhar o tratamento desses pacientes.

Prevenção, sempre

O Calendário Básico de Vacinação prevê a obrigatoriedade da vacina BCG (Bacilo de Calmette-Guérin), desenvolvida a partir da bactéria atenuada. Com um mês de vida o bebê recebe a vacina, que impede a infecção e o desenvolvimento da doença.

Após a aplicação, é normal que apareça um pequeno caroço avermelhado entre duas e seis semanas, deixando uma pequena cicatriz. Em adultos, a prevenção não é recomendada. Entretanto, ainda há debates em relação à sua eficácia. Para quem mora com uma pessoa doente, a recomendação é manter a casa sempre limpa, ventilada e com luz do sol.

A favor da população

Diante do cenário de aumento nos índices de tuberculose, o Instituto Israelita de Responsabilidade Social pensou em uma forma de auxiliar na prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose. Desde 2004, o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP) conta com o Programa de Controle da Tuberculose, o único desenvolvido por instituições privadas. Até julho de 2006, foram cadastradas 329 crianças com suspeita da doença.

O objetivo do programa é diagnosticar precocemente, prevenir futuros contágios e garantir o tratamento de qualidade. São oferecidas informações sobre as formas de contágio, a importância da detecção precoce, do tratamento adequado e do acompanhamento médico. Para o resultado positivo da iniciativa, são tomadas medidas simples como o histórico detalhado do paciente e sua família além da investigação laboratorial. "Tratamos e colaboramos no controle de um problema de saúde pública nacional", enfatiza a dra. Érica Santos, coordenadora médica do PECP.

Fonte: Portal do Hospital Albert Einstein

Vacinas: essenciais para a saúde

O desenvolvimento de vacinas foi um dos grandes avanços da medicina, responsável pela erradicação de doenças como varíola e redução muito importante na incidência de outras, como sarampo e difteria. Ainda assim muitas pessoas não optam pela imunização – nem sua nem de seus filhos – alegando motivos como o fato de os males estarem extintos ou de que fariam parte do universo infantil.

São justificativas enganosas. A vacina é fundamental para a saúde de seres humanos, desde o nascimento até a terceira idade. Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que só o sarampo, por exemplo, causou a morte de 450 mil crianças no mundo inteiro em 2004. E o pediatra Alfredo Elias Gilio, coordenador do Departamento Materno-Infantil e responsável pelo Centro de Imunizações do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), garante que certas doenças só sumiram porque foram prevenidas com vacinação – mas, nos países que abandonaram o uso de vacinas, as enfermidades reapareceram.

O médico ainda comenta que uma doença como catapora, em geral encarada como simples, também tem casos graves e pode até matar. "Ao levar seu filho para tomar vacina, você o está protegendo desses riscos", explica. Ele lembra que não existe nada 100% eficaz, mas que ainda assim a vacina é sempre a melhor opção.

Como é feita

A maioria das vacinas é produzida por meio do próprio agente que causa a doença. Sendo assim, o vírus ou bactéria é modificado ou inativado. Ao receber a vacina, o corpo dá uma resposta, ou seja, produz uma defesa – os anticorpos – e passa a não ser mais suscetível àquela doença.

Cada vacina é feita de forma diferenciada. A imunização contra o sarampo, por exemplo, é fabricada com um vírus inteiro, modificado e atenuado. No caso da hepatite B, é usada uma fórmula com apenas um pedaço de vírus modificado.

Para produzir a vacina da gripe, o vírus deve estar morto e é usada apenas uma parte dele – essa prática é a menos comum. Há também aquelas feitas por meio de bactérias, nas quais se utilizam as toxinas do próprio agente causador da doença.

Esse é o caso do tétano: das bactérias são retirados os toxóides, ou seja, a toxina modificada é que previne contra a doença. Outra vacina produzida com a utilização da bactéria viva, com modificações e atenuada, é a BCG, contra tuberculose.

Mitos e Verdades

No dia-a-dia a única contra-indicação para a aplicação de vacinas é a febre. Como explica o dr. Gilio, a temperatura alterada indica que o organismo está combatendo algum mal. A imunização nessa situação poderia causar uma reação ou ainda confundir os médicos sobre o estado do adulto ou da criança. Pequenos com diarréia leve ou resfriado, porém, podem sim ser vacinados.

Os pacientes imunodeprimidos (sofrendo de doenças que alteram as defesas imunológicas do organismo) não podem receber vacinas de vírus vivo ou bactéria viva.

São falsas contra-indicações: desnutrição, gravidez, histórico familiar, convulsão.

Sempre consulte seu médico antes de se decidir sobre a imunização.

Calendários múltiplos

Confira o Calendário de Vacinas.

Cada país costuma definir seu próprio calendário de vacinação. E dentro de um mesmo território, muitas vezes, também há variação: o Ministério da Saúde faz um calendário base e as Secretarias Estaduais de Saúde podem desenvolver programações próprias. Isso não é um problema desde que os calendários sempre levem em conta: a importância da doença a ser prevenida, a eficácia da vacina, como ter uma resposta imune adequada, a quantidade de aplicações e os recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Hospital Albert Einstein